raquelguterres

Olá! Voltar a estudar é maravilhoso, ainda mais na UFRGS! Estou muito feliz porque a alguns anos planejava fazer um curso superior e me especializar, agora este sonho está se concretizando!

Saturday, December 23, 2006

Grupo D - Semana 11- ECS 11- Ùltima versão

Desigualdades sociais
A questão educacional do Brasil, desde sempre está muito ligada a renda que as famílias possuem.Embora tenha sido escrito em diferentes leisao longo do tempo que tofo cidadão brasileiro deve ter acesso a educação... isto não acontece no mundo real, pois existe ainda uma parcela muito grande de adultos, jovens e crianças que não foram sequer alfabetizados, ou seja, a escola pública não consegue atender a todos e a escola privada elitista atende apenas aos que podem pagar.
Quem tem uma situação social econômica favorecida, prefere, na maioria das vezes, colocar seus filhos em escola particular, mas as famílias com rendas menores acabam matriculando seus filhos na rede pública .
As famílias das classes médias altas as vezes mandam seus filhos numa escola primária pública, mas os transferem para as redes particulares no secundário, em virtude do vestibular.
Os salários dos docentes da escola pública são inferiores ao da rede privada, os professores da escola privada também se beneficiam de descontos nos custos da escolaridade de seus filhos. Trabalhei em escola particular, matriculei meu filho, é claro que com meus salário não conseguiria mantê-lo na rede privada, isso somente foi possivel com os descontos que recebia na mensalidade. ( Raquel )
Em universidade pública é comum ver alunos de boas condições financeiras estudando, isso porque tiveram oportunidade de estudar na rede privada. Quem estudou em escola pública esta menos preparado para concorrer a uma vaga em universidade pública.
Resultado: elite estudando na universidade pública, pessoas de baixa renda pagando mensalidades de universidade particular, pessoas de baixa renda muitas vezes cursam menos disciplinas no semestre ou trancam a matricula para voltar a estudar quando tiverem dinheiro, muitos não cursam nível superior.
Existem leis como a LDB que classificam as escolas em federais, estaduais e municipais. Alguns artigos da LDB não são postos em prática, como: valorização dos profissionais da educação escolar, garantia do padrão de qualidade, atendimento gratuito em creches e pré escolas para crianças de 0 a 6 anos ( não tem vagas para todos, eu paguei creche para o meu filho quando era pequeno - Raquel )
Enquanto as condições não estão em pé de igualdade para todos os estudantes, suponho razoável que ações de proteção a grupos de estudantes mais vulneráveis sejam produzidas, como é o caso ( polêmico ) da reserva de cotas para estudantes negros em universidades públicas. ( Elisabete)
Para que haja justiça social e que todo brasileiro independente de sua condição financeira tenha direito a educação de qualidade, é necessário entre outras iniciativas, generosos investimentos na educação pública, melhor estrutura física, melhores condições de trabalho e de salário aos educadores, currículos e didáticas atualizados, clareza que somente com educação universalizada e de qualidade o Brasil e todos os brasileiros sairão da situação difícil em que se encontram.
A desigualdade social continuará se não exigirmos nossos diretos como cidadãos e realmente acreditarmos que uma mudança é possível.
Mas como mudar é possível? Apostando na criatividade, participação, no respeito as condições e saberes de cada um, nas práticas pedagógicas e na interação com a comunidade.
Felismente, em alguns lugares do Brasil, escolas públicas estão mundando a situação ao oferecer educação de qualidade, formando alunos tão bons quanto aos que estudam em colégios particulares.
Saiba mais http://jornalnacional.globo.com/Jornalismo/JN/0,,AA1393834-3586-605795,00.html

Sunday, December 17, 2006

Semana 12- ECS 11



Desigualdades educativas estruturais no Brasil: entre estado, privatização e descentralização
Desde o começo do século passado, o desenvolvimento do sistema educativo brasileiro vem sendo marcado por relações conflitantes entre diferentes grupos sociais.
Quem tem uma situação social econômica favorecida, prefere, na maioria das vezes, colocar seus filhos em escola particular devido a melhor qualidade de ensino, mas as famílias com rendas menores acabam matriculando seus filhos na rede pública.
As famílias das classes médias altas ás vezes mandam seus filhos numa escola primária pública, mas os transferem para as redes particulares no secundário, principalmente em virtude do vestibular.
Os salários dos docentes da escola pública são inferiores aos da rede privada, os professores da escola privada também se beneficiam de descontos nos custos da escolaridade de seus filhos.
Trabalhei em escola particular, matriculei meu filho, é claro que com o meu salário não conseguiria mantê-lo na rede privada, isso somente foi possível com os descontos que recebia na mensalidade.
Em universidade pública é comum ver alunos de boas condições financeiras estudando, isso porque tiveram a oportunidades de estudar nas melhores escolas. Que estudou em escola pública está menos preparado para concorrer a uma vaga em universidades públicas.
Resultado:
*Elite estudando na universidade pública
*Pessoas de baixa renda pagando mensalidade de universidade particular
*Pessoas de baixa renda muitas vezes cursam menos disciplinas no semestre ou trancam a matrícula para voltar a estudar quando tiverem dinheiro
*Muitos não cursam nível superior.
Agradeço a Deus todos os dias porque estudei em uma escola pública no segundo grau e consegui a oportunidade de estudar na UFRGS , uma universidade gratuita e de qualidade. Durante 6 anos não podia estudar por falta de condições.
No Brasil, as categorias que podem contestar a privatização rasteira do ensino e a degradação do ensino público(como docentes de escolas públicas)são eles próprios que escolarizam seus filhos em escola particular, embora pretendam defender o ensino público.
Isso me fez refletir muito porque optei deixar meu filho na rede privada.
Existem leis como a LDB que classificam as escolas em federais, estaduais e municipais.
Alguns artigos da LDB não são postos em prática, como:
*Valorização dos profissionais da educação escolar
*Garantia do padrão de qualidade
*Atendimento gratuito em creches e pré-escolas para as crianças de 0 a 6 anos (não tem vaga para todos, eu paguei creche para o meu filho quando era pequeno)
Enfim, a desigualdade social continuará se não exigirmos nossos direitos como cidadãos e realmente acreditarmos que uma mudança é possível.

ECS 9 Versão final


Componentes do grupo: Jandira, Maria Angelica, Raquel, Maria Eliane, Andréia Nunes, Elizabeth Koch, Denise de Andrade.

Para realizar este trabalho nos comunicamos através de e-mail para marcar encontro presencial.
Tivemos a oportunidade de nos reunir duas vezes no pólo , debatemos o assunto proposto, trocamos idéias e experiências.

EDUCAÇÃO, TRABALHO INFANTIL E FEMININO.
Não existem escritos de Marx e Engels expressamente sobre educação e ensino no contexto pedagógico da forma que este tema tão importante e complexo deve ser tratado. Marx e Engels escrevem, isto sim, bastante sobre educação, mas sob o ponto de vista da defesa do interesse da classe trabalhadora, no caso das crianças (meninos e meninas) e das mulheres. As intervenções de Marx e Engels, neste pedaço específico da educação, são claros e se dão dentro do contexto histórico em que viveram: Parte da Europa ocidental, século 19, início da revolução industrial, surgimento do capitalismo como forma de produção e da burguesia como classe social dominante.Com o aparecimento das máquinas movidas a vapor, que produziam em larga escala, começa a desaparecer o modo de produção existente até então.O artesão que era proprietário de seus meios de produção (conhecimento, ferramentas, mercado), entrava em uma profissão como aprendiz de um ofício, galgava ao longo do tempo todos os postos de trabalho deste ofício e depois também se estabelecia como mestre e reproduzia seu conhecimento para outros aprendizes e detinha o fruto financeiro de seu trabalho.Esta forma de produzir desaparece e os artífices e outros trabalhadores urbanos que no passado se envolviam nestas tarefas são deslocados para as fábricas.Os homens e mulheres do campo (onde as condições de vida eram bastante precárias), também vão para as cidades em busca de ocupação nas fábricas.O modo de produção que se inicia é caracterizado pela exploração, isto é, o capital fica dono da força de trabalho e o utiliza para gerar mais-valia.O capital, entretanto, só se apropria daquela força de trabalho capaz de gerar lucro e orienta inclusive o sistema de ensino com o único objetivo de treinar e preparar as pessoas para servirem aos interesses do capital. Dito de outra forma: A pouca educação ofertada, encaminha para o trabalho disponível, reforçando o sistema dominante a nível ideológico, técnico e produtivo.A fábrica apesar de necessitar bastante mão de obra, principalmente no início da revolução industrial onde as máquinas eram ainda rudimentares, não incorpora todos, gerando um excedente de desempregados que se submetem a trabalhar em qualquer situação. Isto inclui as crianças (meninos e meninas) a partir dos 5 anos de idade, que passam a trabalhar em ambientes muito insalubres, pouco iluminados, ruidosos, com jornadas de trabalho que duravam até 18 horas e com enorme pressão das chefias em busca de maximizar a produção, sem nenhum tipo de proteção social e sem nenhuma regulação por parte do Estado. Aliás, as poucas regras que existiam eram a favor dos proprietários dos meios de produção.Marx e Engels não foram e não poderiam ter sido alheios a este conjunto histórico que dominava a sociedade de seu tempo. A falta de atenção com as necessidades sociais, entre elas a falta de acesso à educação e ensino aos trabalhadores, próprio do sistema dominante daquele período, aliadas as horríveis (literalmente) condições de trabalho da população operária, mais dramática ainda no caso do trabalhador infantil e das mulheres, faz com que se estimule uma ação para colocar a proteção destas trabalhadoras e das crianças como prioritária, sendo o acesso a educação das crianças colocado em foco.No caso das crianças é fundamental, no pensamento de Marx e Engels, que estas se eduquem e se instruam para junto com outros de sua classe social (a classe trabalhadora) possam radicalizar as contradições que a classe dominante impõe, e que esta classe (a burguesia e os oligarcas) possa ser superada e que uma nova sociedade, sem opressores e sem oprimidos possa ser construída.Marx e Engels criticam e desejam mudar a atual instituição escolar, se preocupam em introduzir um novo tipo de ensino unindo o trabalho manual ao intelectual. Lutam para que desapareça a divisão do trabalho e a felicidade substitua a necessidade. O objetivo do ensino não é só a emancipação social, mas a emancipação humana, ou seja, a educação liberta!A visão destas crianças submetidas a mais violenta forma de exploração faz com que Marx e Engels reajam e saiam em defesa destes trabalhadores precoces, sugerindo em inúmeras oportunidades, como é o caso do Congresso da AIT de 1868, (K.Marx, Instruções aos Delegados do Conselho Central Provisório) a criação de instrumentos de regulação onde os trabalhadores infantis deveriam ser divididos em três faixas etárias, dos 9 aos 18 anos e que em cada faixa etária fosse administrado o tempo de atividade fabril e o tempo de atividade escolar.Pela instrução de Marx, quanto menor a faixa etária (a partir dos 9 anos de idade) menor o tempo de atividade fabril.Enfatiza Marx, que este tipo de proteção além de preservar o trabalhador juvenil que estava tendo o seu presente e futuro destruído nas fábricas, oficinas, minas, indústrias químicas, etc. transformaria o que chama de ?razão social em força social?, que em condições sociais tão difíceis com as que se vivia no período, o poder do Estado ao impor estas leis não ficaria mais favorecido, ao contrário o proletariado acumularia força e instrução necessários para lutar contra seu agressor.Conceitua também que a escolaridade para os filhos da classe trabalhadora deve se iniciar antes da idade de 9 anos e que esta educação deveria atender a três requisitos:1º - Educação intelectual.2º - Educação corporal.3º-Educação tecnológica. Existiam ainda escolas onde havia professores de verdade, verdadeiramente interessados no futuro daquelas crianças, porém eram pagos pelo número de alunos que freqüentavam seu estabelecimento e aí também, via de regra, havia estudantes em demasia.Mesmo sendo uma lei ilusória, inúmeras vezes fraudada, fácil de manipular, a burguesia fabril mesmo assim resistia a este tipo de lei. Há o caso do fabricante de vidro J. Geddes, que teve de expor a um comissário de investigação educação escolar.Diz o senhor Geddes: ?No que posso julgar, me parece que a dose maior de educação que vem sendo dada a classe operária já há alguns anos é prejudicial. Encerra um perigo, pois a torna independente.?O modelo de produção da época e o excesso de oferta de mão de obra criavam ainda outras situações difíceis. Em inúmeros casos as crianças trabalhavam nas fábricas e seus pais não. Com o salário que recebiam tinham que ajudar financeiramente aos seus pais, deixando estas casas de serem lares com as relações familiares e sociais naturais em qualquer sociedade dita decente e passavam a funcionar como uma espécie de ?pousada? onde os filhos trabalhadores deixavam de ser membros natos daquela família e ali tinham um ambiente salutar de relação familiar protegida, para se transformar em um local de ralações comerciais.A propaganda burguesa apresentava o lar como sendo um refúgio de felicidade, de doçura e de quietude. Escondia, entretanto que nesta estrutura privada também se apresentam relações de força e que duraram enquanto o homem conseguiu manter-se como patriarca e provedor.A disposição da lei fabril relativa à educação fez da instrução primária condição indispensável para o emprego de crianças. Segundo a lei fabril, os pais não podiam enviar seus filhos menores de 14 anos às fábricas ?controladas? sem enviá-los ao mesmo tempo a escola primária.surge a necessidade de uma disponibilidade absoluta do ser humano para as necessidades variáveis do trabalho, substituir o individuo parcial, que repete sempre a mesma operação, pelo individuo integralmente desenvolvido, que desenvolve diferentes funções. Na família o homem é o burguês e a mulher, o proletário.Atualmente a situação não mudou, porque apesar de muitas mulheres contribuírem para auxiliar na renda familiar ou até mesmo sustentarem a família, são discriminadas ao ganharem salários inferiores para exercer a mesma função dos homens continuando a dominação por parte do marido. A revolução industrial também se apropriou da mão de obra feminina, principalmente nas tarefas em que exigia alguma delicadeza. Também era dada preferência às mulheres casadas, sobretudo as tinham que sustentar uma família. A partir do momento em que as mulheres saem de casa para prover o sustento de seu lar, a estrutura familiar tradicional se dissolve.Quando a mulher ficava em casa, era responsável pela criação, educação e cuidados do lar e dos filhos. Esta mulher ao ir trabalhar nas fábricas em jornadas muito longas e extenuantes e não existindo um espaço adequado onde pudessem ficar seus filhos, estas crianças e sua casa ficavam abandonadas ou a mercê de estruturas impróprias para a continuidade das relações familiares. Isto rapidamente levou ao desmoronamento das famílias.

Relacionando parte do que apresenta os textos de Marx, com o que acontece de forma contemporânea em nossas escolas podemos relatar o seguinte:
1- Em uma das escolas, os alunos sobrevivem da reciclagem de lixo. Infelizmente muitos deles precisam ajudar seus pais e mesmo no horário da escola as crianças saem para catar lixo, prejudicando assim seu desempenho escolar. Tenho vários alunos com baixo rendimento e uma das causas é o excesso de faltas e creio que também uma fraca alimentação.
2- Minha escola é de classe média e a maioria dos alunos tem boas condições financeiras, acredito às vezes que até melhor que a minha.
Tenho um aluno que vive em uma miséria, tem dificuldades de aprendizagem, pois é o segundo ano de primeira série. Este aluno tem vários irmãos mais velhos que estudam na mesma escola e se sentem responsáveis por ele, muitas vezes não toma banho, não tem banheiro e água encanada em casa.
3-Outra situação que ocorreu foi quando levei os meus alunos da EJA para o cinema. Havia entre eles, uma aluna (mulher sofrida com nove filhos, trabalhadora, marido alcoólatra, agressor) e que nunca tinha ido ao cinema. Foi sua primeira vez. O marido ao descobrir, num gesto de pura dominação e de absoluta ignorância, a proibiu de estudar.

Friday, December 15, 2006

ECS 10 - Ùltima postagem


Acredito que o objetivo desta atividade foi integrar o grupo de uma forma dinâmica, onde todos tiveram a oportunidade de conhecer os colegas e trocar experiências significativas.
Através da troca entre pessoas que atuam na mesma área com certeza se aprende muito.
Eu adorei ler sobre alfabetização, conhecer colegas que trabalham há anos nesta área outros que, como eu, estão começando.
Gostei de ler o comentário que a professora Lisete, do pólo de Sapiranga, fez sobre minha postagem onde relatei o que é ser professora e como me tornei.

Como esta atividade contribuiu para minha formação e trabalho:
Através da leitura do livro"Pedagogia da autonomia" reforcei em meu pensamento a idéia de que formar é muito mais que treinar o educando.
Muitas vezes pensamos que ensinar é transferir conhecimentos, Paulo Freire diz que ensinar é criar possibilidades para a construção do conhecimento, sendo assim, quem ensina aprende e quem aprende ensina ao aprender. Isso é verdade, este ano alfabetizei 26 crianças e tenho certeza que aprendi muito mais , aprendi sobre os níveis de escrita e como as crianças passam por estes processos até chegar a alfabetização.
Escutando é que aprendemos a falar com os outros, somente quem escuta pacientemente e criticamente o outro, fala com ele. Esta colocação é interessante, ás vezes falta escutar mais e observar o que acontece ao redor.
Nós, professores, servimos de exemplo para muitas pessoas não apenas no ambiente de trabalho, com certeza nossas atitudes mostram mais o caráter que simplesmente palavras. O ditado popular "Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço", não deve ser seguido por um mestre, devemos pensar certo e fazer certo.
Enfim, nosso trabalho como educadores perde todo o sentido se não tivermos a consciência que ensinar é uma forma de intervenção no mundo.

Sunday, December 10, 2006

ECS atividade 10 ( Ser professora )


Registro da participação inicial:
Comecei esta atividade com um problema, na data certa coloquei meu nome na lista de escritores e desenvolvi a atividade. No próximo dia fui no pólo e meu nome não estava na lista, acredito não ter sido erro meu porque uma tutora ajudou a colocar meu nome novamente e diversas vezes fizemos tentativas que falhavam, meu nome simplismente sumia.
Depois de muitas tentativas, conseguimos.
Registrei o que é ser professor de acordo com minha opinião e baseado na leitura do livro Pedagogia de autonomia. Escrevi sobre minha tragetória e o que me levou a decidir por esta profissão.
A professora Lisete de Sapiranga fez um comentário, achei bem interessante e fiquei feliz!
Encontrei um link sobre alfabetização e adorei ler sobre as experiências de diversas professoras que trabalham na mesma área. Me identifiquei com algumas que estão começando esta tragetória e assim como eu, estão amando!

Saturday, November 11, 2006

Ativida ECS 8- Integração

Mandei e-mail para as colegas que fazem parte do mesmo grupo relatando minhas experiências sobre a trajetória no curso, desafios, dificuldades e expectativas. Assim que receber e-mail com o relato das colegas postarei a perspectiva do grupo.
Recebi por e-mail o relato de algumas colegas. Débora, de Três Cachoeiras, escreveu que assim como eu, se assustou com a tecnologia no começo e usa internet discada. Fiquei feliz ao saber que está gostando do curso e que tem a oportunidade de trocar experiências com a mãe.
Cristina Noschang relatou que já é formada em Letras na UFRGS e não tem dificuldades com a tecnologia. Sua dificuldade é com a falta de tempo e também a distância do pólo pois mora em Porto Alegre e estuda em Alvorada.
Em minha opinião esta atividade perdeu um pouco o objetivo por ser muito extensa. Visitar os blogs e interagir com os colegas é maravilhoso, mas visitar uns 400 blogs torna-se cansativo , seria bem melhor se tivéssemos visitado uma quantidade menor.

Thursday, November 09, 2006

Atividade ECS 8

Visitei os blogs de todos os pólos e diversas pessoas não tinham publicado a gravura. Entre as publicadas encontrei 4 colegas com gravura igual, são elas: Débora e Simone Mengue de Três Cachoeiras, Maria Angélica de São Leopoldo e Cristina Noschang de Alvorada. Deixei uma mensagem e meu e-mail para estas colegas.
O endereço do meu e-mail é:raquel.guterres@bol.com.br

Monday, November 06, 2006

Semana 5- ECS 7

Karl Marx
Foi um intelectual alemão considerado um dos fundadores da Sociologia. Nasceu em 5 de maio de 1818 em Tréveris, Alemanha.
Nasceu em uma família de classe média, em 1835 ingressou na universidade de Bonn para estudar Direito, mas já no ano seguinte transferiu-se para a universidade de Berlim, Hegel.
Impedido de seguir uma carreira acadêmica, tornou-se em 1842 redator-chefe da Gazeta-Renata. Com o fechamento do jornal pelos censores do governo Prussiano, em 1843 Marx emigra para a França, naquele ano casou-se com Jenny Von Westphalen.
Marx já havia sido privado da oportunidade de seguir uma carreira acadêmica na Alemanha pelo recrudescimento do absolutismo Prussiano, que tornava as suas posições como Hegeliano de Esquerda inaceitáveis e, com a revolução de 1848 e o exílio que se seguiu a ela, foi obrigado a abandonar o jornalismo na Alemanha e tentar ganhar a vida na Inglaterra como um intelectual estrangeiro desconhecido. Marx e sua família viviam literalmente esmagados pela miséria, sem o apoio financeiro constante e dedicado de Engels, Marx teria fatalmente sucumbido á miséria.
Marx era antes de tudo um revolucionário, sua missão era contribuir para a derrubada da sociedade capitalista e das instituições estatais por estas suscitadas, contribuir para a libertação do proletariado moderno.
Tinha um pensamento prático e político que muitos entenderam como sendo um método a determinar a realidade, chamando-o de materialismo histórico e dialético, que mais tarde venho a ser denominado de Marxismo. Mais que uma filosofia, o Marxismo é a crítica radical da filosofia, principalmente do sistema filosófico idealista de Hegel. Enquanto para Hegel a realidade se faz filosofia, para Marx a filosofia precisa incidir sobre a realidade.
Marx morreu 14 de março de 1883, em Londres, Inglaterra.


Friedrich Engels
Engels foi um filósofo alemão que junto com Marx fundou o chamado socialismo científico ou comunismo .
Nasceu em 28 de Novembro de 1820, era filho de um rico industrial de Barmen ( Alemanha ), é o principal colaborador de Marx na elaboração das teorias do materialismo histórico.
Em setembro de 1844, Engels esteve em Paris por uns dias, e desde então tornou-se o amigo mais íntimo de Marx.
Na juventude fica impressionado com a miséria em que vivem os trabalhadores das fábricas de sua família. Quando estudante, adere as idéias de esquerda, assume por alguns anos a direção de uma das fábricas do pai em Manchester.
Muitos de seus trabalhos são produzidos em colaboração com Marx, o mais famoso deles e o Manifesto Comunista (1848).
Morreu em 5 de agosto de 1895.